Futuro Inteligente

A troca de perfil de investimento pode ser feita duas vezes por ano: o período de julho foi antecipado para 22 de junho a 21 de julho (com vigência a partir de agosto). 

Para saber mais, consulte as edições especiais do Informativo Com você clicando aqui.

Para que você possa compreender ainda melhor as características das quatro carteiras, a Fundação desenvolveu um vídeo que apresenta, o que são os perfis, as diferenças entre eles e os tipos de investimento que fazem. Acesse o vídeo e saiba mais!

 

 

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Campanha de Perfil - Dúvidas mais frequentes:
  • 01) O que é perfil de investimento?

    São carteiras de investimentos com diferentes graus de exposição a riscos para a aplicação financeira do saldo de conta do participante. As carteiras vão desde o perfil Ultraconservador RF DI, que tem menor risco ao perfil Arrojado RV 40, que possui risco mais elevado.

  • 02) Por que o plano oferece perfis de investimento?

    A população de participantes dos planos da Fundação Itaú Unibanco é muito heterogênea, com diferentes idades, expectativas, salários e tolerância a risco. Por isso, foram criadas quatro combinações de investimentos com diferentes graus de exposição a riscos, que buscam atender a essa diversidade, promovendo um maior alinhamento entre os seus resultados e os diferentes objetivos de cada indivíduo.

  • 03) Quais são os perfis disponíveis e as diferenças entre eles?

    Há quatro alternativas com exposições crescentes a riscos.

    Ultraconservador RF DI:

    Por fazer investimentos de baixo risco, as rentabilidades esperadas para esse perfil tendem a ser próximas ao CDI. Aplicamos em títulos de renda fixa pós-fixados, referenciados ao CDI, de emissores públicos e privados. É indicado para quem não pode ou não deseja correr riscos no mercado de ações.

    Conservador RV 7,5:

    Visa alcançar retornos um pouco superiores ao CDI no longo prazo. Por aplicar em renda variável, pode apresentar flutuações relevantes em seu desempenho mensal, incluindo rentabilidade negativa, mas que, em janelas de médio prazo, pode se tornar positiva. Aplica entre 5% e 10% dos recursos em renda variável e, na renda fixa, investe em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. É indicado para quem quer acrescentar uma parcela de risco à carteira, com alocação em renda variável, buscando obter no longo prazo resultados um pouco superiores às das taxas de juros de curto prazo. Deve estar preparado para lidar com os riscos de instabilidade nas taxas de juros e nas Bolsas de Valores.

    Moderado RV 20:

    Oferece perspectiva de rentabilidades superiores no longo prazo, mas pode apresentar desempenhos baixos ou negativos por períodos relativamente prolongados (alguns semestres). Aplica entre 10% e 30% do patrimônio em renda variável e mantém estratégias de juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação para a alocação em renda fixa, de emissão pública e privada. É indicado para quem pode e se sente preparado para correr mais riscos do que nos outros perfis, visando atingir maiores retornos no longo prazo. Precisa estar disposto a encarar a alta variação das taxas de juros e das Bolsas de Valores e tolerar resultado acumulado negativo por prazo relevante em cenários adversos.

    Arrojado RV 40:

    Perfil com maior potencial para obter retornos superiores em horizontes mais longos, sendo também a opção com maior risco de oscilação de rentabilidade, com possibilidade de resultados baixos ou negativos por mais tempo. Aplica entre 30% e 50% dos recursos em renda variável e, na parcela de renda fixa, faz alocações em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. É indicado para quem pode e se sente confortável em se expor a mais riscos do que nos outros perfis, buscando retornos maiores no longo prazo. Deve estar disposto a enfrentar a alta variação das taxas de juros e das Bolsas de Valores e tolerar resultado acumulado negativo por prazo relevante em cenários adversos.

  • 04) O que é Renda Fixa?

    São investimentos com remuneração paga em intervalos ou condições definidas no momento da compra do título. Funcionam como um empréstimo dado ao emissor de um título de dívida que pode ser tanto público (do governo) ou privado (de empresas). Existem duas formas de remuneração para esses “empréstimos”:

    Pós-fixada – o retorno só é conhecido no vencimento e a remuneração depende da variação do indexador definido, por exemplo, taxa Selic ou CDI. O risco nesse tipo de título é que, em função das oscilações na economia, a rentabilidade do indexador definido seja diferente da esperada.

    Prefixada – o investidor conhece no momento da compra do título a taxa de retorno e não há um indexador, mas, para que isso se confirme, a aplicação precisa ser mantida até o vencimento. O risco é maior do que na modalidade pós-fixada, pois o investidor se compromete com uma taxa fixa que, com as alterações nas condições econômico-financeiras ao longo do tempo, pode se mostrar melhor ou pior do que as taxas de novas operações semelhantes. As mudanças nas expectativas de taxas futuras podem impactar de modo relevante o preço desses títulos.

    Há também ativos de renda fixa com uma parcela da remuneração pós-fixada e outra prefixada. É o caso, por exemplo, da maioria dos títulos indexados à inflação que podem ser públicos (NTN-Bs) ou privados e geralmente têm sua remuneração atrelada à variação da inflação acrescida de juros.

    Alguns exemplos de investimentos em renda fixa são: a caderneta de poupança, os Certificados de Depósito Bancários (CDB), as debentures, as letras de câmbio, as letras hipotecárias e os títulos públicos (LTN, LTF ou NTN).

  • 05) O que é Renda Variável?

    Nos investimentos em renda variável, o valor futuro dos recursos aplicados e seu rendimento não podem ser predeterminados pois dependem de eventos no futuro e fatores conjunturais. As ações negociadas nas Bolsas de Valores são seu melhor exemplo. Os investimentos em renda variável podem ser feitos diretamente através da compra de ações individuais ou a partir de fundos de ações, fundos de índices (ETFs) e outros.

    Os perfis de investimentos dos planos da Fundação Itaú Unibanco que podem investir em renda variável (Conservador RV 7,5, Moderado RV 20 e Arrojado RV 40) possuem cotas de fundos de ações com diversas estratégias. Isso garante maior flexibilidade do que a compra direta das ações, uma vez que os fundos de ações podem investir em várias empresas ao mesmo tempo.

  • 06) O que compõe a estratégia de renda fixa?

    É composto por um portfólio de títulos públicos e privados, com prazos e riscos variados. Seguem alguns exemplos de operações de curto prazo cujo perfil de rendimento é diretamente vinculado à variação do CDI ou da taxa Selic; ativos e derivativos com taxas de juros prefixadas e pós fixada, títulos públicos e privados indexados à inflação.

  • 07) O que compõe a estratégia de renda variável?

    É composto por um portfólio diverso, com diferentes ativos de renda variável, tais como ações, fundos de ações, em diferentes estratégias e gestores. Essa estratégia é revista periodicamente conforme as oscilações no mercado.

  • 08) O que é índice Bovespa?

    O Índice Bovespa é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na B3 - Brasil, Bolsa, Balcão, composto pelas ações mais negociadas e com maior representatividade.

    As ações passam por uma seleção de liquidez (somente as mais liquidas entram no índice) e são ponderadas de acordo valor de mercado das ações em circulação de cada empresa.

  • 09) Por que e em quais situações a rentabilidade pode se deslocar do benchmark?

    Todos os perfis têm como objetivo superar seus benchmarks no longo prazo e para isso suas políticas de investimentos foram estruturadas para possibilitar uma gestão ativa que permite alocações, tanto na renda fixa quanto na renda variável, com algum grau de distinção em relação aos seus benchmarks. Isso implica em um risco um pouco maior no curto prazo, mas que quando bem executado, tende a gerar melhores resultados ao longo do tempo.

    De forma geral, cada perfil tem um limite mínimo e máximo de alocação em renda variável e renda fixa e, em cada segmento, pode ter composições distintas dos índices de referência: CDI e Ibovespa. Por exemplo, a renda variável pode estar diversificada em diferentes ativos, estratégias, regiões e gestores; a renda fixa pode ter uma diversidade de ativos, dentre eles títulos públicos e privados, pré-fixados e indexados à inflação.

  • 10) Como lidar com as flutuações bruscas na economia em momentos de crise?

    Antes de começar a investir, é importante conhecer qual o seu perfil de risco. Para defini-lo, é importante compreender como você lida com as flutuações nos seus investimentos e como elas podem afetar o atingimento de suas metas e objetivos financeiros. Em outras palavras, cada um necessita compreender sua capacidade e tolerância ao assumir riscos antes de definir seu perfil de investimento.

    Uma boa forma de medir a capacidade de risco é refletir se o montante investido em ativos de maior risco compromete seus objetivos e compromissos no curto prazo. Se houver uma queda maior nestes investimentos, avalie se você tem condições de esperar pela recuperação do retorno deles. No geral, a capacidade de risco também está associada ao tempo disponível para deixar o dinheiro aplicado e a idade do investidor. Ou seja, via de regra quanto mais jovem, maior a capacidade ao risco, pois mais tempo a pessoa tem para reaver possíveis perdas, embora existam exceções a esta regra, por isso esta é uma reflexão que deve ser feita caso a caso.

    Muitas vezes, um indivíduo até tem capacidade de assumir riscos, mas não se sente tranquilo quando observa maiores flutuações em sua carteira. Neste caso, dizemos que ele não possui tolerância ao risco.

    Mesmo identificando bem seu perfil, é preciso entender claramente que a rentabilidade pode flutuar e que o investimento deve levar em conta o horizonte de tempo adequado ao risco assumido.

    Lembre-se também de avaliar as perspectivas futuras aliada a seu perfil de investidor, e não olhar para a rentabilidade passada, o chamado “perfil retrovisor”, evitando também o efeito “manada”, ou seja, acompanhar a maioria. A decisão é individual e alterações que sejam tomadas em função de horizontes muito curtos de tempo podem levar a perdas que eventualmente não poderão ser recuperadas mesmo em um prazo mais longo.

  • 11) Como os gestores trabalham com as variações no dia a dia e em momentos de crise?

    As carteiras de investimentos são montadas com o objetivo de proporcionar retornos diferenciados em horizonte de longo prazo. As diretrizes de investimentos e limites para a aplicação dos recursos são definidas nas políticas de investimentos, por plano e por perfil, e divulgadas aos participantes. As políticas constituem um guia para a atuação dos gestores no dia a dia, ou seja, os recursos dos participantes são alocados de forma a respeitar os limites que foram estabelecidos para cada perfil, lembrando que para cada classe de ativo temos uma banda de mínimo e máximo para investimento. Estas bandas de alocação são instrumentos táticos utilizados para administração de riscos ou aproveitamento de oportunidades de geração de retornos, a depender do cenário prospectivo da equipe contratada para realizar a gestão dos investimentos de nossos planos.

    Em momentos de crise, não perdemos o foco no longo prazo, mas procuramos aumentar o debate com os gestores, a fim de calibrarmos o risco de cada perfil ao momento.

    A gestão dos investimentos da Fundação Itaú Unibanco conta com uma estrutura de gestão robusta, a qual tem garantido resultados superiores aos benchmarks dos perfis nos últimos anos. Isso é possível pela sinergia da Fundação com o Itaú Unibanco, o que permite que a Fundação tenha acesso a toda tecnologia de análise e gestão da Itaú Asset Management e a uma equipe dedicada, especialista em gestão de longo prazo e que atua proximamente à diretoria da Fundação e no melhor interesse dos participantes.

    As diretrizes de alocação de cada plano e perfil podem ser consultadas no link abaixo, escolha o seu plano e verifique o item “Políticas de Investimentos e Regulamentos”.

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  • 12) Por que o perfil Conservador RV 7,5 pode ter rendimentos negativos?

    Porque ele tem uma alocação em renda variável em torno de 7,5% e, dependendo da magnitude da oscilação dos preços das ações, essa alocação pode levar a carteira a ter rendimento negativo em janelas mensais

    Além disso, posições em renda fixa podem apresentar flutuações de preço que geram resultados negativos num determinado período, sobretudo nos papéis com componentes prefixados de longo prazo.

  • 13) O perfil Ultraconservador pode ter rentabilidade negativa?

    Sim, pode existir rentabilidade negativa. O perfil ultraconservador investe em títulos públicos e privados de renda fixa, indexados ao CDI. Apesar de serem ativos de baixo risco, podemos observar uma menor liquidez destes títulos ou uma eventual dificuldade de pagamentos futuros de alguns emissores e do nível da taxa de juros, o que pode levar a uma redução dos preços dos ativos da carteira.

  • 14) Qual é a melhor escolha?

    Não existe perfil certo ou errado. É primordial que o participante possua um plano para sua aposentadoria e que faça uma auto avaliação sobre o seu momento de vida, tempo de acumulação, capacidade ao risco e de qual risco está disposto a assumir, tendo ciência de que essa decisão refletirá na rentabilidade da carteira e período de acumulação da reserva.

    A decisão sobre a escolha do perfil é individual e deve ser levado em consideração diversos fatores, tais como, faixa etária e momento de vida, necessidades, projetos, expectativas e tolerância a riscos.

    Para auxiliar nessa reflexão e fazer uma escolha consciente, no momento da opção, divulgamos no site um simulador que, através de um breve questionário, sinaliza o perfil mais indicado para as respostas dadas. O questionário, porém, não deve substituir a escolha individual, sendo apenas uma ferramenta para contribuir na hora da decisão.

    O ideal é você se manter informado, avaliar seus projetos futuros e sua tolerância para as oscilações do mercado financeiro.

  • 15) Os mais jovens devem arriscar mais?

    Não existe nenhuma regra nesse sentido, pois existem jovens que têm maior tolerância a risco e outros que querem passar bem longe dele. Geralmente, quem assume mais riscos pode ter maior rentabilidade no longo prazo, mas também a enfrentará muitos solavancos pelo caminho. É necessário entender e suportar esses momentos e nem todas as pessoas têm disposição para isso. Alguns preferem eventualmente ter uma menor rentabilidade a ter de lidar com o fato de que seus recursos podem apresentar rentabilidades negativas.

    Os mais jovens têm mais tempo de acumulação e, de acordo com a chamada Teoria do Ciclo de Vida, podem correr mais riscos (desde que queiram) porque têm mais tempo para gerar renda e recuperar eventuais perdas em períodos desfavoráveis de mercado. Mas é sempre bom destacar: isso depende de cada pessoa e deve refletir decisões individuais. 

  • 16) Por que é recomendável reduzir riscos à medida que nos aproximamos da aposentadoria?

    A rentabilidade dos investimentos impacta diretamente a reserva acumulada e o risco é comprometer parte da reserva previdenciária necessária para a manutenção do padrão de vida desejado.

    A capacidade de risco é importantíssima no planejamento financeiro dos participantes próximos a se aposentar. Ela se torna mais importante a medida que o tempo passa.

    Em geral, é recomendável que o participante diminua os riscos de seus investimentos conforme se aproxima da aposentadoria, pois, em casos de perdas, terá menos tempo para recuperação do patrimônio que irá compor sua renda previdenciária. Afinal, é desse capital que, em breve, sairão os recursos que irão compor o benefício mensal do plano após a aposentadoria.

    O participante contribuinte (ativo, optante pelo BPD ou autopatrocinado) precisa estar muito atento à aproximação da aposentadoria para avaliar se deve migrar para perfis de menor risco.

  • 17) A rentabilidade do perfil influencia no meu saldo?

    Sim, é sempre bom lembrar que a rentabilidade dos investimentos influencia diretamente na formação do saldo de conta de cada participante. Os rendimentos terão, portanto, impacto sobre o valor do benefício que você vai receber na aposentadoria.

  • 18) O que deve ser considerado antes de realizar alteração do perfil?

    A princípio, o participante deve se informar sobre as características dos perfis para entender seu foco, política de investimentos, riscos, e o que os diferencia. Após o conhecimento consolidado, é importante pensar em seus investimentos a partir de uma perspectiva de longo prazo (caso o participante tenha um período longo até o início de sua aposentadoria) e não considerar apenas as questões conjunturais momentâneas.

    A escolha do perfil exige reflexão e autoconhecimento, depende de cada pessoa e deve refletir decisões e situações individuais. Em especial, dois fatores devem ser considerados:

    1) A sua CAPACIDADE ou habilidade financeira de incorrer em riscos, que está intimamente ligada à fase do "Ciclo de Vida" que você se encontra, ao seu patrimônio/riqueza acumulado e ao nível de proteção (seguros e poupança para emergências) que você possui. De forma geral, maiores horizontes de investimentos (maior tempo para a aposentadoria) e altos níveis de proteção implicam em uma maior capacidade de risco;

    2) A sua ATITUDE com relação ao risco, ou seja, a sua vontade/propensão de incorrer em riscos monetários/financeiros, a forma como você reage diante de decisões financeiras, reais ou hipotéticas. Quanto maior essa propensão, maior a atitude de risco.

    Na hora da definição, também é bom analisar seus compromissos financeiros e perspectivas para o futuro. A Fundação disponibilizou em seu site um simulador com um breve questionário para ajudá-lo na reflexão para essa importante escolha. 

  • 19) Qual o período disponível para troca do perfil?

    A troca de perfil de investimento poderá ser realizada a cada seis meses, em dezembro/janeiro com efetivação em fevereiro (com visualização no site do participante em março). E de 22 de junho a 21 de julho com vigência a partir de 1º agosto de 2020 (com visualização no site do participante em setembro).

    Importante: O participante/assistido só conseguirá visualizar o novo perfil de investimento no site do participante a partir de:

    Período de troca
    Vigência
    Visualização de novo perfil
    Dezembro/Janeiro
    Fevereiro
    2ª quinzena de Março
    22 de Junho a 21 de Julho
    1º Agosto
    2ª quinzena de Setembro
  • 20) É obrigatória a alteração do perfil?

    A alteração não é obrigatória. Caso o participante esteja satisfeito com o seu perfil e/ou o nível de exposição a riscos, não precisa fazer qualquer alteração junto à Fundação.

    Fica valendo a escolha anterior. A ideia de oferecer mais uma possibilidade de mudança durante o ano é permitir que os participantes e assistidos tenham maior flexibilidade para, se necessário, rever suas escolhas.

  • 21) Posso optar por mais de um perfil?

    Não. O participante só pode optar por um Perfil entre as opções disponíveis.

  • 22) Eu não entendo do mercado financeiro. Terei que comprar e vender ações?

    Não, essa responsabilidade cabe à gestão de recursos contratada pela Fundação Itaú Unibanco. Porém é importante avaliar o percentual de renda variável que compõe o perfil escolhido e acompanhar as rentabilidades.

  • 23) Não lembro qual é o meu perfil atual, onde obtenho esta informação?

    Você pode consultar o seu perfil atual no site (www.fundacaoitauunibanco.com.br) > clicar em Participante - Acessar > Em Acesso a Área do participante: Clicar no seu Plano (inserir CPF e senha) > Cadastro > Dados do Plano.

  • 24) Depois de aposentado, posso optar por algum dos perfis oferecidos para o plano e qual seria o mais recomendado?

    Os assistidos podem escolher entre as 4 opções disponíveis durante os meses permitidos para escolha. Porém é importante avaliar a exposição ao risco. Para o assistido que está em fase de recebimento de renda pode não ser aconselhável expor seu patrimônio a grandes oscilações de mercado.

    Existem muitos casos em que a pessoa possui tolerância ao risco para estar nos perfis mais arrojados, porém em um momento de queda não possui capacidade de assumir os riscos e aguardar o retorno dos investimentos, pois possui um fluxo de caixa com despesas de curto prazo e recorrentes. Para assumir mais riscos, é necessário que o participante avalie suas condições financeiras. Em grande parte dos casos, observa-se que há uma dependência do plano de aposentadoria para manter o padrão de vida, não sendo portanto aconselhável que este assistido esteja em um dos perfis com maior risco.

  • 25) Qual a periodicidade que devo mudar o meu perfil?

    Depende de cada participante. É importante que, periodicamente, se faça uma reflexão sobre a sua atitude diante de situações de risco financeiro e a sua capacidade de assumir riscos (conhecimento, idade, riqueza acumulada, etc.) para definir se o perfil escolhido ainda é adequado ou precisa ser trocado. Como não é normal que essas características mudem muito e com muita frequência, também não é esperado que as trocas de perfis sejam feitas variadas vezes.

  • 26) Como faço para consultar o meu saldo?

    O saldo pode ser consultado no site da Fundação, na área do participante > Saldo.

  • 27) Como consulto a rentabilidade do meu perfil?

    A posição atual e o histórico das rentabilidades das carteiras constam no site da Fundação (www.fundacaoitauunibanco.com.br) > clicar em Participante - Acessar > Plano - Clique para acessar > Acessar a Área do participante (inserindo CPF e senha) > Aba Rentabilidade.

  • 28) Como faço para alterar o meu perfil de investimento?

    Nos períodos de 22 de junho e 21 de julho e dezembro/janeiro é disponibilizado na Área do Participante o acesso para a rota “Campanhas”. Para trocar seu perfil acesse a área do participante > Selecione o Plano > Faça o login inserindo CPF e senha > Clique em Campanhas (Alteração de Perfil de Investimentos).

    E para efetivar a alteração é preciso aprová-la através do link que será enviado ao seu e-mail cadastrado no site do participante, com isso o processo está totalmente automatizado.

    Importante:

    • Confirme se seu e-mail cadastrado na Fundação está atualizado acessando a área do participante no site da Fundação Itaú Unibanco, na rota: cadastro > E-mail da conta.

    • Após o processo de troca, verifique sua caixa de spam (ou lixo eletrônico) para se certificar que o e-mail de confirmação não foi incorretamente direcionado. Caso isso ocorra, basta selecionar a mensagem e clicar no botão “Não é spam” ou “Não é "lixo eletrônico”, localizado na parte superior da mensagem, para que ela vá para sua Caixa de Entrada. Uma forma de evitar que isso aconteça novamente é adicionar o endereço do e-mail da Fundação Itaú Unibanco à sua Lista de Contatos.

    • Caso não seja feita a autorização no link do e-mail enviado para confirmação, a sua alteração não será realizada.

  • 29) O que acontece com quem perder o prazo para trocar o perfil de investimento?

    Será necessário aguardar a próxima campanha de migração.

  • 30) Cadastrei a alteração do meu perfil no sistema, porém quero cancelar ou alterar. Como devo fazer?

    Durante o período da campanha, a qualquer momento, você poderá trocar sua opção acessando na Área do Participante a rota: Página Inicial > Campanhas > Alterar Opção Feita.

    Importante: o cancelamento ou alteração somente é realizado durante o mês de alteração do perfil, ou seja, para esta campanha o mês de 22/06 a 21/07/2020.

  • 31) Por que a rentabilidade do meu plano foi negativa?

    Tanto ativo de renda variável quanto ativo de renda fixa podem apresentar rentabilidades negativas ou abaixo de seus benchmarks em determinados períodos.

    De forma bem resumida, no caso da renda variável, o preço das ações irá oscilar de acordo com as perspectivas de crescimento dos lucros das companhias. Vários fatores podem alterar essa perspectiva, como por exemplo, os macro e micro econômicos, alterações na governança e estratégia da empresa, perspectivas de lançamentos de novas linhas de produtos, entre outros.

    Já na renda fixa, os preços refletem alterações nos fatores de remuneração de cada papel, incluindo indexador, vencimento e fluxo de amortizações e pagamentos de juros, bem como na percepção da qualidade de risco do emissor. Por exemplo, títulos públicos prefixados, como as LTNs e NTN-Fs, terão flutuações de preços de acordo com a variação da estrutura a termo da taxa de juros e percepção do risco pais. Os títulos públicos indexados à inflação, as NTN-Bs, além destes fatores, tem a perspectiva de inflação futura como um componente de formação de preços. E uma debenture, adiciona o risco do emissor especifico a estes implícitos em sua estrutura de remuneração. Como observamos alterações nas condições macro e microeconômicas e/ou específicas dos emissores, os ativos de renda fixa também apresentam oscilações ao longo do tempo, muitas vezes bem expressivas e em especial nos ativos com maior duração. Em alguns momentos essas flutuações resultam em rentabilidades negativas para estes papéis.

    Cabe ressaltar que buscamos realizar investimentos que, no horizonte considerado para nossas alocações, apresentem retornos médios acima de seus benchmarks, controlando os riscos assumidos em janelas mais curtas de tempo.

  • 32) O que a Fundação está fazendo para melhorar as rentabilidades?

    A equipe responsável pelos investimentos dos recursos da Fundação avalia constantemente a adequação da carteira ao cenário econômico e perspectivas dos mercados, buscando os ativos com a melhor relação risco x retorno. Isso é feito respeitando a política de investimento e o nível de risco coerente com aquele perfil escolhido pelo participante. Para fazer a gestão das carteiras, utilizamos a estrutura do Itaú Asset Management, que conta com profissionais bem treinados e capacitados, que são suportados por tecnologia de primeira linha em toda cadeia.

  • 33) Quando passa a vigorar a alteração do meu perfil?

    A efetivação 2º semestre será refletida quando do fechamento da reserva de agosto/2020, que ocorrerá na segunda quinzena do mês de setembro/2020.

  • 34) Ao requerer o benefício o participante pode trocar o perfil escolhido?

    FUTURO INTELIGENTE > Sim, Para quem requerer o benefício o perfil começa a valer no mês seguinte.

    Importante: Para participante que optar por renda vitalícia não poderá alterar seu perfil, somente no ato da concessão de aposentadoria.

    Para os participantes que requererem o benefício valerá a data da opção mais recente, qual seja a data do requerimento ou a data da campanha.

  • 35) Pensionistas podem alterar o perfil de investimento?

    As pensionistas no Plano Futuro Inteligente podem alterar o perfil de Investimentos.

  • 36) Onde encontro a real alocação de ativos do meu perfil?

    A alocação de ativos pode ser encontrada na Lâmina de Investimentos dos perfis, disponibilizada mensalmente no site da fundação.

    Nesta lâmina é possível encontrar a composição das carteiras, bem como a evolução desta composição.

    Acesse link do seu plano

    Futuro Inteligente

  • 37) Por que a troca de perfil não pode ser feita a qualquer momento?

    A definição do perfil de investimento deve ser realizada visando prioritariamente o longo prazo. É preciso que o participante faça uma reflexão profunda sobre seu momento de vida, a conjuntura econômica, suas expectativas, capacidade financeira e necessidades pessoais. Espera-se que não ocorram modificações drásticas em curtos períodos que ocasionem trocas frequentes de perfis. No entanto, alguns eventos como a aposentadoria, surpresas positivas ou negativas em suas finanças e mudança na conjuntura econômica, entre outros, podem levar o participante a precisar rever seu perfil.

    O bom desempenho dos investimentos de longo prazo, como os direcionados à aposentadoria, requer disciplina e paciência por parte dos investidores. Como não é normal que os objetivos de longo prazo mudem muito e com muita frequência, também não é esperado que as trocas de perfis sejam feitas variadas vezes. Se o perfil escolhido atende às suas metas de longo prazo, há ainda outro equívoco possível: decidir trocar seu perfil somente por conta de um desconforto com as variações de curto prazo. É natural que investimentos com horizontes mais longos geralmente apresentem oscilações de curto prazo em função das condições de mercado, fortemente impactadas por expectativas que mudam com frequência. No longo prazo, os fundamentos tendem a prevalecer e uma boa gestão possibilita bons resultados.

    Ainda na questão de decisões no curto prazo, com a proliferação dos meios de comunicação e a intensidade com que recebemos notícias, ficamos mais expostos a informações imprecisas ou incompletas. É necessário ter um “bom filtro” para não deixar que suas decisões sejam influenciadas por “ruídos”. Assim, evitam-se ações impulsivas que atrapalham a materialização dos objetivos traçados para o longo prazo.

    Não existe perfil certo ou errado. As quatro opções foram criadas para atender à diversidade de participantes e assistidos que fazem parte do plano. Sua escolha deve respeitar suas características e expectativas individuais, seu momento de vida e as perspectivas para o período, pensando sempre no longo prazo.

    Desta forma, desde julho/2017, a Fundação Itaú Unibanco, por decisão do Conselho Deliberativo, permite que a troca de perfil de investimento possa ser realizada a cada seis meses, em julho (com vigência a partir de setembro) e em janeiro (com vigência em março). A ideia de oferecer duas possibilidades de mudanças durante o ano é permitir que os participantes e assistidos tenham a flexibilidade suficiente para, se necessário, rever suas escolhas.

    Por fim, em função das modificações de Investimentos as carteiras precisam ser rebalanceadas para atender as novas escolhas dos participantes, sendo necessário que a gestão de investimentos da Fundação Itaú Unibanco faça a devida realocação dos recursos entre renda fixa e variável, de modo a refletir os limites definidos para cada perfil.

    Entre a data de encerramento da campanha de troca de perfis e a data de início de vigência das novas escolhas de nossos participantes temos um período para processamento operacional nos registros da Fundação Itau Unibanco e para execução das ordens de compra e venda dos ativos pelos nossos gestores contratados. Esse prazo permite que o rebalanceamento dos ativos seja feito de maneira planejada, observando as condições de preço e liquidez dos mercados, minimizando assim impactos ao conjunto de participantes que optou por não trocar de perfil.

    Ou seja, os potenciais impactos nas carteiras por decorrência das mudanças de perfis não têm reflexos apenas para os participantes que optam por um novo perfil, mas, se feita de forma ou em momento inadequados, poderiam levar a efetivação de perdas com repercussões também para os demais participantes que optaram pela permanência em seu perfil.

  • 38) O percentual de renda variável é sempre investido em sua totalidade?

    Os investimentos em renda variável são sempre mantidos dentro do intervalo de alocação permitido pela política de investimentos, flutuando entre o mínimo e máximo permitido com o objetivo de, no longo prazo, obter resultados sustentáveis e superiores aos benchmarks de cada perfil.

    Seguem os limites em renda variável por perfil:

    Ultraconservador: 0% em renda variável

    Conservador: de 5% a 10% em renda variável. Ponto médio de 7,5%.

    Moderado: de 10% a 30% em renda variável. Ponto médio de 20%.

    Arrojado: de 30% a 50% em renda variável. Ponto médio de 40%

  • 39) Consigo acompanhar a rentabilidade das carteiras de forma diária?

    As rentabilidades das carteiras são apuradas mensalmente e estão disponíveis para consulta e acompanhamento no site da Fundação Itaú Unibanco. Como os benchmarks são divulgados diariamente pela mídia, o participante possa se atualizar com relação ao comportamento dos mercados e desempenho dos indicadores com relativa facilidade.

    > Futuro Inteligente

     

  • 40) Após o recebimento do benefício mensal, o saldo remanescente continua aplicado?

    Sim, todo o saldo do participante é aplicado, sendo atualizado pela rentabilidade do perfil aplicado. O saldo pode ser consultado no site da Fundação, no acesso dos participantes > Minha conta > Ver extrato.

  • 41) O aporte deve ser feito no mesmo perfil?

    Sim, o participante só pode optar por um Perfil entre as opções disponíveis.

  • 42) O que a equipe de especialistas de investimentos considera como curto, médio e longo prazo?

    Dado o contexto de previdência, entendemos que, curto prazo varia de alguns dias até 1 ano, médio prazo varia de 1 a 5 anos e longo prazo consideramos mais de 5 anos.

  • 43) Onde encontro o índice de referência de cada perfil?

    O índice de referência pode ser encontrado na Lâmina de Investimentos dos perfis, disponibilizada mensalmente no site da fundação.

    Nesta lâmina também é possível encontrar a composição das carteiras, bem como a evolução desta composição.

    Acesse o link: Futuro Inteligente

  • 44) Onde posso encontrar as análises econômicas dos especialistas de investimentos?

    As perspectivas macroeconômicas dos especialistas de investimentos e gestores dos recursos dos planos da Fundação Itaú Unibanco podem ser encontradas nos informativos "com você", disponibilizados no site da Fundação, e no conteúdo do "bate-papo" feito no período da campanha de troca de perfil.

    O informativo "com você" é um importante canal de relacionamento e comunicação da Fundação. Desde 2013, ele tem duas versões: uma para assistidos e outra para ativos, autopatrocinados e BPDs. Podem ser encontrados na página inicial do site www.fundacaoitauunibanco.com.br> perfil de investimento.

    O conteúdo do "bate-papo" pode ser encontrado durante o período da campanha no site da Fundacao Itau Unibanco > acesse o site > acesso dos participantes > educacao financeira.

    Ressaltamos que, os documentos são fornecidos, exclusivamente, a título informativo, e não constitui oferta ou qualquer sugestão ou recomendação de investimento, em particular ou em geral, não devendo ser utilizado para tanto. As informações constantes nos documentos foram obtidas ou são oriundas de fontes julgadas fidedignas pelos gestores de recursos dos planos administrados pela Fundação Itaú Unibanco porém a Fundação não garante a exatidão nem a cobertura integral das informações contidas. Estes documentos não levam em conta objetivos de investimento, situação financeira ou necessidades particulares de qualquer participante individualmente considerada. Os participantes devem obter aconselhamento financeiro individual com base em suas próprias perspectivas e condições financeiras, antes de tomar quaisquer decisões com base nas informações contidas.

  • 45) Onde posso encontrar os custos sobre taxa de administração e custódia?

    Você pode consultar o Relatório Anual no site (www.fundacaoitauunibanco.com.br) > clicar em Institucional > Clicar em Relatórios > Relatórios Anuais. Na seção "despesas administrativas" é possível encontrar o montante dos pagamentos.

  • 46) Se optar por não fazer alteração de perfil, mantenho o meu saldo na mesma alocação de ativos do perfil escolhido?

    Sim, caso o participante esteja satisfeito com o seu perfil e/ou o nível de exposição a riscos, não precisa fazer qualquer alteração junto à Fundação. Fica valendo a escolha anterior, seguindo a mesma alocação de ativos.

    A ideia de oferecer mais uma possibilidade de mudança durante o ano é permitir que os participantes e assistidos tenham maior flexibilidade para, se necessário, rever suas escolhas.

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