Perfil de Investimento

Direcionada aos participantes dos planos Itaubanco CD, Futuro Inteligente, Itaubank e Previdência Redecard CD a campanha é realizada semestralmente, por meio de e-mails, site e materiais impressos. O objetivo é reforçar a orientação aos participantes e assistidos durante o período de troca do perfil de investimentos para que possam fazer escolhas conscientes.

Confira informações detalhadas dos rendimentos, composição dos investimentos e referenciais de mercado:

Futuro Inteligente

 

Itaubanco CD

 

Itaubank

 

Previdência Redecard CD

 

As alterações realizadas durante o mês de janeiro, são efetivadas em março (com visualização no site do participante em abril) e alterações feitas em julho, são efetivadas em setembro (com visualização no site do participante em outubro).

Em caso de dúvidas, acesse os Canais de Atendimento da Fundação.

SSSSão carteiras de investimentos com diferentes graus de exposição a riscos para a aplicação financeira do saldo de conta do participante. As carteiras vão desde o perfil Ultraconservador RF DI, que tem menor risco ao perfil Arrojado RV 40, que possui risco mais elevado.

Por que o plano oferece perfis de investimento?

A população de participantes dos planos da Fundação Itaú Unibanco é muito heterogênea, com diferentes idades, expectativas, salários e tolerância a risco. Por isso, foram criadas quatro combinações de investimentos com diferentes graus de exposição a riscos, que buscam atender a essa diversidade, promovendo um maior alinhamento entre os seus resultados e os diferentes objetivos de cada indivíduo.

Há quatro alternativas com exposições crescentes a riscos.

Ultraconservador RF DI:

Perfil indicado para aquele que não pode ou não deseja correr riscos maiores do que os previstos no mercado de juros pós-fixados.

É uma carteira composta por 100% em títulos de renda fixa pós-fixados referenciados ao CDI de emissores públicos e privados.

Em razão de fazer investimentos de baixo risco, os retornos esperados para esse perfil tendem a ser próximos ao CDI.

Conservador RV 7,5:

Perfil indicado para aquele que concorda em somar uma parcela de risco à sua carteira, com a alocação em renda variável, buscando no longo prazo conquistar rentabilidades um pouco superiores às das taxas de juros de curto prazo. Deve estar disposto a enfrentar os riscos de instabilidade nas taxas de juros e nas Bolsas de Valores.

Possui alocação em torno de 7,5% dos recursos em renda variável e, na renda fixa, investe em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. A composição dos títulos de renda variável desta carteira pode variar entre 5% e 10%.

Tem por objetivo, obter resultados um pouco superiores ao CDI no longo prazo. Por investir em renda variável e em outros ativos com risco, pode apresentar flutuações relevantes em seu desempenho mensal, incluindo rentabilidade negativa, mas que, em janelas de médio prazo, se torna positiva.

Moderado RV 20:

Perfil para aquele com horizontes mais longos e que deseja assumir mais riscos do que os trazidos pelo perfil Conservador RV 7,5 a fim de conquistar maiores retornos no longo prazo. Precisa estar disposto a lidar com as variações das taxas de juros e das Bolsas de Valores e consequente rentabilidade negativa acumulada por prazo relevante em cenários adversos.

Arrojado RV 40:

Perfil para aquele que pode e se sente confortável em correr mais riscos do que nos outros perfis, visando atingir maiores retornos no longo prazo. Tem que estar disposto a encarar a alta variação das taxas de juros e das Bolsas de Valores e tolerar rentabilidade acumulada negativa por prazo relevante em cenários adversos.

Mantém em torno de 40% dos recursos em renda variável e, na parcela de renda fixa, faz alocações em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. A composição dos títulos de renda variável desta carteira pode variar entre 30% e 50%.

Opção com maior potencial para alcançar resultados superiores em horizontes mais longos, sendo também o perfil que possui maior risco de oscilação de desempenho, com possibilidade de rentabilidades baixas ou negativas por mais tempo.

Perfil indicado para aquele que não pode ou não deseja correr riscos maiores do que os previstos no mercado de juros pós-fixados.

É uma carteira composta por 100% em títulos de renda fixa pós-fixados referenciados ao CDI de emissores públicos e privados.

Em razão de fazer investimentos de baixo risco, os retornos esperados para esse perfil tendem a ser próximos ao CDI.

Perfil indicado para aquele que concorda em somar uma parcela de risco à sua carteira, com a alocação em renda variável, buscando no longo prazo conquistar rentabilidades um pouco superiores às das taxas de juros de curto prazo. Deve estar disposto a enfrentar os riscos de instabilidade nas taxas de juros e nas Bolsas de Valores.

Possui alocação em torno de 7,5% dos recursos em renda variável e, na renda fixa, investe em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. A composição dos títulos de renda variável desta carteira pode variar entre 5% e 10%.

Tem por objetivo, obter resultados um pouco superiores ao CDI no longo prazo. Por investir em renda variável e em outros ativos com risco, pode apresentar flutuações relevantes em seu desempenho mensal, incluindo rentabilidade negativa, mas que, em janelas de médio prazo, se torna positiva.

Perfil para aquele com horizontes mais longos e que deseja assumir mais riscos do que os trazidos pelo perfil Conservador RV 7,5 a fim de conquistar maiores retornos no longo prazo. Precisa estar disposto a lidar com as variações das taxas de juros e das Bolsas de Valores e consequente rentabilidade negativa acumulada por prazo relevante em cenários adversos.

Investimentos em torno de 20% do patrimônio em renda variável e mantém estratégias de juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação para a alocação em renda fixa, de emissão pública e privada. A composição dos títulos de renda variável desta carteira pode variar entre 10% e 30%.

Possui perspectiva de rentabilidades superiores no longo prazo, mas pode apresentar resultados baixos ou negativos por períodos relativamente prolongados (alguns semestres).

Perfil para aquele que pode e se sente confortável em correr mais riscos do que nos outros perfis, visando atingir maiores retornos no longo prazo. Tem que estar disposto a encarar a alta variação das taxas de juros e das Bolsas de Valores e tolerar rentabilidade acumulada negativa por prazo relevante em cenários adversos.

Mantém em torno de 40% dos recursos em renda variável e, na parcela de renda fixa, faz alocações em juros pós-fixados, prefixados e indexados à inflação, de emissão pública e privada. A composição dos títulos de renda variável desta carteira pode variar entre 30% e 50%.

Opção com maior potencial para alcançar resultados superiores em horizontes mais longos, sendo também o perfil que possui maior risco de oscilação de desempenho, com possibilidade de rentabilidades baixas ou negativas por mais tempo.

São investimentos com remuneração paga em intervalos ou condições definidas no momento da compra do título. Funcionam como um empréstimo dado ao emissor de um título de dívida que pode ser tanto público (do governo) ou privado (de empresas). Existem duas formas de remuneração para esses “empréstimos”:

Pós-fixada – o retorno só é conhecido no vencimento e a remuneração depende da variação do indexador definido, por exemplo, taxa Selic ou CDI. O risco nesse tipo de título é que, em função das oscilações na economia, a rentabilidade do indexador definido seja diferente da esperada.

Prefixada – o investidor conhece no momento da compra do título a taxa de retorno e não há um indexador, mas, para que isso se confirme, a aplicação precisa ser mantida até o vencimento. O risco é maior do que na modalidade pós-fixada, pois o investidor se compromete com uma taxa fixa que, com as alterações nas condições econômico-financeiras ao longo do tempo, pode se mostrar melhor ou pior do que as taxas de novas operações semelhantes. As mudanças nas expectativas de taxas futuras podem impactar de modo relevante o preço desses títulos.

Há também ativos de renda fixa com uma parcela da remuneração pós-fixada e outra prefixada. É o caso, por exemplo, da maioria dos títulos indexados à inflação que podem ser públicos (NTN-Bs e NTN-Cs) ou privados e geralmente têm sua remuneração atrelada à variação da inflação acrescida de juros.

Alguns exemplos de investimentos em renda fixa são: a caderneta de poupança, os Certificados de Depósito Bancários (CDB), as letras de câmbio, as letras hipotecárias e os títulos públicos (LTN, LTF ou NTN).

Nos investimentos em renda variável, o valor futuro dos recursos aplicados e seu rendimento não podem ser predeterminados pois dependem de eventos no futuro e fatores conjunturais. As ações negociadas nas Bolsas de Valores são seu melhor exemplo. Os investimentos em renda variável podem ser feitos diretamente através da compra de ações individuais ou a partir de fundos de ações, fundos de índices (ETFs) e outros.

Os perfis de investimentos dos planos da Fundação Itaú Unibanco que podem investir em renda variável (Conservador RV 7,5, Moderado RV 20 e Arrojado RV 40) possuem cotas de fundos de ações com diversas estratégias. Isso garante maior flexibilidade do que a compra direta das ações, uma vez que os fundos de ações podem investir em várias empresas ao mesmo tempo. Apesar da alta volatilidade (variações no curto e médio prazo, inclusive com rentabilidades negativas), espera-se que esses investimentos ofereçam maiores retornos no longo prazo.

É composto por um portfólio de títulos públicos e privados, com prazos e riscos variados. Seguem alguns exemplos, operações de curto prazo cujo perfil de rendimento é diretamente vinculado à variação do CDI ou da taxa Selic; ativos e derivativos com taxas de juros prefixadas (LTN, NTN-F, juros futuros, etc.); títulos públicos e privados indexados à inflação (NTN-Bs, debêntures, etc.)

É composto por um portfólio diverso, com diferentes ativos de renda variável, tais como, ações, fundos de ações, em diferentes estratégias e gestores. Essa estratégia é revista periodicamente conforme oscilação de mercado.

O Índice Bovespa é o mais importante indicador do desempenho médio das cotações das ações negociadas na B3 – Brasil, Bolsa, Balcão, composto pelas ações mais negociadas e com maior representatividade.

As ações passam por uma seleção de liquidez (somente as mais liquidas entram no índice) e são ponderadas de acordo valor de mercado das ações em circulação de cada empresa.

Antes de começar a investir, é importante conhecer qual o seu perfil de risco, ou seja, como você lida com as flutuações na economia e com o objetivo de atingir suas metas financeiras. O ideal é que o participante compreenda sua capacidade e atitude ao assumir riscos antes de definir seu perfil de investimento.

O perfil de risco do investidor depende de algumas variáveis, tais como, tempo disponível para deixar o dinheiro aplicado e idade do investidor. Quanto mais jovem, maior o apetite ao risco, pois mais tempo a pessoa tem para reaver possíveis perdas.

Porém, quem parte para os perfis com mais risco precisa entender claramente que a rentabilidade pode flutuar e deve focar sempre em rendimentos de longo prazo.

As carteiras foram montadas com o objetivo de proporcionar retornos diferenciados em horizonte de longo prazo, seguindo as diretrizes de investimentos e limites para a aplicação dos recursos definidos nas políticas de investimento por plano e por perfil.

A partir desta política, no dia a dia, são realizados os ajustes necessários para manter a alocação das carteiras coerente com seu perfil de risco, levando em consideração os cenários econômicos projetados e as expectativas quanto ao comportamento dos preços dos ativos mas sem perder o foco do longo prazo, o que é essencial para um plano de aposentadoria.

Porque ele tem uma alocação em renda variável em torno de 7,5% e, dependendo da magnitude da oscilação dos preços das ações, essa alocação pode levar a carteira a ter rendimento negativo em janelas mensais

Além disso, posições em renda fixa podem apresentar flutuações de preço que geram resultados negativos num determinado período, sobretudo nos papéis com componentes prefixados de longo prazo.

Não existe perfil certo ou errado. É primordial que o participante possua um plano para sua aposentadoria e que faça uma auto avaliação de qual risco está disposto a assumir, tendo ciência de que essa decisão refletirá na rentabilidade da carteira e período de acumulação da reserva.

A decisão sobre a escolha do perfil é individual e deve ser levado em consideração diversos fatores, tais como, faixa etária e momento de vida, necessidades, projetos, expectativas e tolerância a riscos.

Para auxiliar nessa reflexão e fazer uma escolha consciente, no momento da opção, divulgamos em nosso website um breve questionário que, sinaliza o perfil mais indicado para as respostas dadas. O questionário, porém, não deve substituir a escolha individual, sendo apenas uma ferramenta para contribuir na hora da decisão.

O ideal é você se manter informado, avaliar seus projetos futuros e sua tolerância para as oscilações do mercado financeiro.

Não existe nenhuma regra nesse sentido, pois existem jovens que têm maior tolerância a risco e outros que querem passar bem longe dele. Geralmente, quem assume mais riscos pode ter maior rentabilidade no longo prazo, mas também a enfrentará muitos solavancos pelo caminho. É necessário entender e suportar esses momentos e nem todas as pessoas têm disposição para isso. Alguns preferem eventualmente ter uma menor rentabilidade a ter de lidar com o fato de que seus recursos podem apresentar rentabilidades negativas.

Os mais jovens têm mais tempo de acumulação e, de acordo com a chamada Teoria do Ciclo de Vida, podem correr mais riscos (desde que queiram) porque têm mais tempo para gerar renda e recuperar eventuais perdas em períodos desfavoráveis de mercado. Mas é sempre bom destacar: isso depende de cada pessoa e deve refletir decisões individuais.

A rentabilidade dos investimentos impacta diretamente a reserva acumulada e o risco é comprometer parte da reserva previdenciária necessária para a manutenção do padrão de vida desejado.

Em geral, é recomendável que o participante diminua os riscos de seus investimentos conforme se aproxima da aposentadoria, pois, em casos de perdas, terá menos tempo para recuperação do patrimônio que irá compor sua renda previdenciária.

Afinal, é desse capital que, em breve, sairão os recursos que irão compor o benefício mensal do plano após a aposentadoria.

O participante contribuinte (ativo, optante pelo BPD ou autopatrocinado) precisa estar muito atento à aproximação da aposentadoria para avaliar se deve migrar para perfis de menor risco.

Sim, é sempre bom lembrar que a rentabilidade dos investimentos influencia diretamente na formação do saldo de conta de cada participante. Os rendimentos terão, portanto, impacto sobre o valor do benefício que você vai receber na aposentadoria.

A escolha do perfil exige reflexão e autoconhecimento, depende de cada pessoa e deve refletir decisões e situações individuais. Em especial, dois fatores devem ser considerados:

1) A sua CAPACIDADE ou habilidade financeira de incorrer em riscos, que está intimamente ligada à fase do "Ciclo de Vida" que você se encontra, ao seu patrimônio/riqueza acumulado e ao nível de proteção (seguros e poupança para emergências) que você possui. De forma geral, maiores horizontes de investimentos (maior tempo para a aposentadoria) e altos níveis de proteção implicam em uma maior capacidade de risco;

2) A sua ATITUDE com relação ao risco, ou seja, a sua vontade/propensão de incorrer em riscos monetários/financeiros, a forma como você reage diante de decisões financeiras, reais ou hipotéticas. Quanto maior essa propensão, maior a atitude de risco.

Na hora da definição, também é bom analisar seus compromissos financeiros e perspectivas para o futuro. A Fundação disponibilizou em seu site um simulador com um breve questionário para ajudá-lo na reflexão para essa importante escolha.

A troca de perfil de investimento poderá ser realizada a cada seis meses, em janeiro com efetivação em março (com visualização no site do participante em abril). E em julho com vigência a partir de setembro (com visualização no site do participante em outubro).

A alteração não é obrigatória. Caso o participante esteja satisfeito com o seu perfil e/ou o nível de exposição a riscos, não precisa fazer qualquer alteração junto à Fundação. Fica valendo a escolha anterior.

A ideia de oferecer mais uma possibilidade de mudança durante o ano é permitir que os participantes e assistidos tenham maior flexibilidade para, se necessário, rever suas escolhas.

Não. O participante só pode optar por um Perfil entre as opções disponíveis.

Não, essa responsabilidade cabe à gestão de recursos contratada pela Fundação Itaú Unibanco. Porém é importante avaliar o percentual de renda variável que compõe o perfil escolhido e acompanhar as rentabilidades.

Você pode consultar o seu perfil atual no site (www.fundacaoitauunibanco.com.br) > clicar em Participante - Acessar > Em Acesso a Área do participante: Clicar no seu Plano (inserir CPF e senha) > Cadastro > Dados do Plano.

Os assistidos podem escolher entre as 4 opções disponíveis durante os meses permitidos para escolha. Porém é importante avaliar a exposição ao risco. Para o assistido que está em fase de recebimento de renda pode não ser aconselhável expor seu patrimônio a grandes oscilações de mercado.

Depende de cada participante. É importante que, periodicamente, se faça uma reflexão sobre a sua atitude diante de situações de risco financeiro e a sua capacidade de assumir riscos (conhecimento, idade, riqueza acumulada, etc.) para definir se o perfil escolhido ainda é adequado ou precisa ser trocado. Como não é normal que essas características mudem muito e com muita frequência, também não é esperado que as trocas de perfis sejam feitas variadas vezes.

O saldo pode ser consultado no site da Fundação, na área do participante > Minha conta > Ver extrato.

A posição atual e o histórico das rentabilidades das carteiras constam no site da Fundação (www.fundacaoitauunibanco.com.br) > clicar em Participante - Acessar > Plano - Clique para acessar > Acessar a Área do participante (inserindo CPF e senha) > Aba Rentabilidade.

Nos meses de janeiro e julho é disponibilizado na Área do Participante acesso para a rota “Campanhas”.

Importante:

• Confirme se seu e-mail cadastrado na Fundação está atualizado acessando a área do participante no site da Fundação Itaú Unibanco, na rota: cadastro > E-mail da conta.

• Após o processo de troca, verifique sua caixa de spam (ou lixo eletrônico) para se certificar que o e-mail de confirmação não foi incorretamente direcionado. Caso isso ocorra, basta selecionar a mensagem e clicar no botão “Não é spam” ou “Não é lixo eletrônico”, localizado na parte superior da mensagem, para que ela vá para sua Caixa de Entrada. Uma forma de evitar que isso aconteça novamente é adicionar o endereço do e-mail da Fundação Itaú Unibanco à sua Lista de Contatos.

Será necessário aguardar a próxima campanha de migração.

Durante o período da campanha, a qualquer momento, você poderá trocar sua opção acessando na Área do Participante a rota: Página Inicial > Campanhas > Alterar Opção Feita.

Importante: O cancelamento ou alteração somente é realizado durante o mês da campanha de alteração do perfil. Nesta campanha, será considerada como opção final a última alteração realizada até o dia 31/07/19.

Com o objetivo de obter melhores retornos no longo prazo, o seu perfil investe em ativos com risco de oscilações em seus valores, seja em renda fixa ou no segmento de renda variável. Em momentos de instabilidade no mercado financeiro, esses ativos podem apresentar desvalorizações relevantes. Os perfis Conservador RV 7,5, Moderado RV 20 e Arrojado RV 40 têm em torno de 7,5%, 20,0% e 40,0%, respectivamente, dos seus recursos investidos em renda variável e, no segmento de renda fixa, podem investir em títulos prefixados e indexados à variação da inflação, assim como em títulos privados, todos com risco de oscilação em seus valores.

A equipe responsável pelos investimentos dos recursos da Fundação avalia constantemente a adequação da carteira ao cenário econômico e perspectivas dos mercados, buscando os ativos com a melhor relação risco x retorno. Isso é feito respeitando a política de investimento e o nível de risco coerente com aquele perfil escolhido pelo participante. Para fazer a gestão das carteiras, utilizamos a estrutura do Itaú Asset Management, que conta com profissionais bem treinados e capacitados, que são suportados por tecnologia de primeira linha em toda cadeia.

Busca